não há amor como o primeiro.
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Guardou o pássaro numa caixa de sapatos com um quarto de dióspiro e ordenou que se alimentasse. De vez em quando ia averiguar se os furos que tinha feito na película aderente que envolvia a caixa eram suficientes para que o pobre pássaro respirasse. Na manhã seguinte devolveu-o às mãos do vento.
Havias de ver como ele voava, Joana!
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